Com Copa do Mundo, eleições e inteligência artificial, desafio das marcas é conquistar credibilidade e confiança; ex-jogadores da Seleção mostram que imagem gera negócios
Enquanto a Copa do Mundo monopoliza as conversas dos brasileiros e as eleições começam a dominar o debate público, empresas de todos os portes enfrentam uma disputa silenciosa, mas cada vez mais acirrada: conquistar a atenção e, principalmente, a confiança das pessoas em meio à avalanche de conteúdos produzidos por inteligência artificial e à proliferação de fake news.
Na economia da atenção, a credibilidade tornou-se o recurso mais valioso. Em meio ao excesso de informação — e de desinformação —, marcas que conquistam a confiança do público tendem a fortalecer relacionamentos e ampliar seu potencial de crescimento. Nesse processo, a reputação consolida-se como um dos principais diferenciais competitivos das empresas.
Na Copa do Mundo, por exemplo, ex-jogadores continuam em evidência anos após encerrarem a carreira na Seleção Brasileira. Ronaldinho Gaúcho, Ronaldo Nazário e Dunga seguem presentes não apenas em rodas de conversa, mas também em campanhas publicitárias e contratos milionários. Mais do que a lembrança de títulos conquistados, a permanência em destaque demonstra o valor econômico da reputação que atravessa o tempo.
No ambiente corporativo a lógica é a mesma. Empresas que constroem autoridade são mais facilmente lembradas e ocupam um espaço mais relevante na percepção do mercado, fortalecendo sua reputação junto a consumidores, parceiros e investidores.”. “A comunicação não cria reputação sozinha, mas tem papel decisivo para construir credibilidade e tornar essa reputação conhecida. É assim que negócios e personalidades fortalecem a imagem e permanecem na memória do público e do mercado por muito mais tempo”, aponta Laís Oliveira, jornalista fundadora da Press UP Assessoria de Imprensa.
Consumidores que confiam em uma marca têm maior probabilidade de comprá-la, permanecer fiéis e recomendá-la a outras pessoas. De acordo com o Edelman Trust Barometer – Special Report Brands 2025, a confiança tornou-se “a moeda do poder do consumidor”. O estudo aponta que 88% dos entrevistados consideram esse fator tão importante quanto preço e qualidade na decisão de compra.
Há uma crescente preocupação com a qualidade das informações, segundo o Reuters Digital News Report 2025, que revela que 58% das pessoas dizem estar preocupadas em distinguir o que é verdadeiro do que é falso nas notícias online e 38% recorrem primeiro a veículos jornalísticos para verificar os fatos. A presença na imprensa ganha ainda mais relevância por representar uma validação independente e contribuir para a construção de credibilidade e de autoridade. Ao aproximar empresas e jornalistas, a assessoria de imprensa ajuda a transformar histórias relevantes em pautas de interesse público, ampliando as oportunidades de conquista de mídia espontânea.
Ao mesmo tempo em que a inteligência artificial democratiza a produção de conteúdo, a construção de credibilidade continua sendo um processo essencialmente humano. “Mais do que disputar espaço na memória do consumidor, as empresas disputam sua confiança. Produzir conteúdo é relativamente fácil. Difícil é produzir credibilidade”, observa Laís Oliveira. É esse vínculo, construído ao longo do tempo, que se consolida em reputação — um ativo intangível capaz de fortalecer marcas, conquistar clientes, abrir portas para novos negócios e gerar valor econômico.
Sobre a Press UP
Fundada em 2019, a Press UP é uma assessoria de imprensa especializada em startups e pequenas e médias empresas. A agência se destaca pelo posicionamento orgânico no Google entre os principais resultados para buscas relacionadas à assessoria de imprensa nesses segmentos e por oferecer um modelo flexível, com pacotes avulsos e recorrentes, ampliando o acesso de empresas à visibilidade qualificada na mídia